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Administração Geral e Relações Industriais na Pequena Empressa Brasileira

Bresser-Pereira, Cordeiro e Carvalho
With Laerte Leite Cordeiro and Ary Ribeiro de Carvalho. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas.



APRESENTAÇÃO

É com satisfação que entregamos ao público este estudo sobre "Administração Geral e Relações Industriais na Pequena Empresa Brasileira". Trata-se do quarto de uma série de cinco relatórios que tratam da problemática administrativa das empresas nacionais de pequeno porte.


A pesquisa da qual resultou o material aqui analisado foi realizada no início de 1964 pelo Centro de Pesquisas e Publicações da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP) que, para tanto, recebeu assistência financeira da Fundação Ford, da Fundação Getúlio Vargas e da Organização dos Estados Americanos. A essas organizações, aos 155 empresários por nós entrevistados em São Paulo, Salvador e Porto Alegre, e à equipe de dezesseis professores da EAESP, da Escola de Administração da Universidade da Bahia e do Instituto de Administração da Faculdade de Ciências Econômicas do Rio Grande do Sul, que participaram do projeto, apresentamos o nosso preito de reconhecimento e gratidão.
Ao publicar esta obra, dentro do plano de pesquisas e publicações da EAESP, estamos convencidos de que vamos ao encontro de uma das mais graves deficiências de nossa literatura especializada, qual seja a falta de informações sobre as práticas administrativas das empresas brasileiras.
Enquanto que o ensino da administração na América do Norte começou mais ou menos na época em que Henry Ford experimentava com a linha de montagem, no Brasil ela se inicia na idade do computador eletrônico e da produção automática. As poucas escolas que estão empenhadas no ensino da Administração em nosso País se defrontam com uma defasagem de conhecimentos realmente alarmante. Ao mesmo tempo em que somos obrigados a tomar conhecimento das grandes conquistas no campo dos Métodos Quantitativos e da utilização das Ciências Sociais em Administração, sentimo-nos emperrados com a falta de informações e de literatura sobre a realidade nacional. A grandeza e a complexidade da economia brasileira estão a exigir o desenvolvimento urgente de uma literatura em Administração aplicada ao nosso meio. Se, de um lado, existem organizações brasileiras utilizando métodos modernos de programação da produção com a utilização da computação eletrônica, defrontamo-nos também com um grande número de empresas em que nem sequer técnicas elementares de controle são conhecidas. É bastante precário o conhecimento que temos das instituições brasileiras e das suas relações com o governo, da estrutura mercadológica do País, da estrutura financeira e fiscal e da organização interna das empresas. Somente as reformas radicais ocorridas nos últimos anos implicariam na reformulação de um grande número de práticas administrativas.
 

 

 

 

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