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BRAZILIAN JOURNAL OF POLITICAL ECONOMY

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Artigos de jornal & Entrevistas

       
  Documentos 1 a 60 de 1236
Déficits em conta corrente e Argentina
2017. Hoje vemos o presidente argentino frustrado. Ele pagou caro aos "fundos abutres" para recuperar o crédito internacional; a Argentina já está incorrendo no desejado déficit em conta corrente, e o peso já está voltando a se apreciar.
A desconstrução do Brasil
2016. A história das nações é uma história de construção política. Mas hoje a minha sensação dolorosa é a de que estamos desconstruindo o Brasil.
Golpe sem cérebro
2016. O governo Temer produz um desastre e terminará de forma melancólica.
É hora de as elites se juntarem para a salvação nacional
2016. Bresser-Pereira analisa as razões que não permitem que o Brasil cresça na medida de suas necessidades e possibilidades. E comenta o momento delicado na política e a cisão das classes sociais no Brasil. (Entrevista de Maria Cristina Poli) Veja o vídeo
O Brasil não resolve sua crise sem eleição direta e governo legítimo
Em entrevista à TV247, o economista, ex-ministro de FHC e um dos fundadores do PSDB, Luiz Carlos Bresser_Pereira, defende que "o Brasil precisa da renúncia de Temer e das diretas já", porque "o Brasil é uma democracia e o que está aí não é uma democracia".
Alternativa ao congelamento de gastos
2016. Como estabelecer uma maior disciplina fiscal? Aprovando uma emenda que estabeleça um limite para despesa pública em termos de porcentagem do PIB, usando-se como parâmetro a porcentagem verificada nos últimos dois anos. Toda a despesa pública estaria nessa porcentagem, inclusive os juros pagos. (Article: Folha)
Perdemos a ideia de nação
2016. Bresser-Pereira mostra que o ódio da classe média às medidas para diminuir as desigualdades, somadas a erros do governo, levaram ao impeachment. Ele critica a atual política econômica, que nada faz para conter os juros e desvalorizar o câmbio, mas prevê uma ruptura entre Temer e o PSDB. (Entrevista de Mauricio Puls)
A reconstrução do Brasil: regra fiscal e desindexação são essenciais
2016. A desindexação da economia é fundamental e o Estado deveria ser proibido de firmar contratos baseados em índices, muito embora possa permitir correções pela inflação. (Entrevista a Ricardo Leopoldo)
O fundo do poço ainda está distante
2016. Com Thiago Moreira. A inação do governo em socorrer com crédito as empresas é outro fator que irá retardar a recuperação econômica (article: Valor).
Entrevista
2016. Entrevista com Bresser-Pereira onde ele deu a sua opinião sobre os governos Dilma e Temer, impeachment, Operação Lava Jato e falou até de cinema.
Entrevista a Revista da CAASP
2016.
Esse impeachment é uma farsa jurídica
2016. Entrevista a Alexander Solnik.
O chefe índio: Franco Montoro e o líder político que não existe mais
2016. No centenário de nascimento de Franco Montoro, fica a memória do líder que via a democracia não como slogan, mas como valor fundamental.(Article: Estadão, Aliás)
E agora?
2016. Doze anos de governo liberal e doze anos de governo desenvolvimentista. Nem um, nem outro conseguiu retomar o desenvolvimento econômico brasileiro. (Entrevista)
A indignação do povo
2016. A saída dos britânicos da União Europeia é um fenômeno político com a mesma origem do grande crescimento dos partidos e candidatos de extrema-direita na Europa e nos Estados Unidos. Ele se deve ao apoio crescente que os trabalhadores e os pobres vêm dando a esses partidos. (Article: Folha)
Defender Dilma será um dever cívico
2016. Defender Dilma neste momento é dever cívico. O impeachment é uma farsa jurídica que não podemos aceitar. Ele foi um dos escolhidos pela presidente para defendê-la no Senado. (Entrevista por Lúcia Müzell, da Radio France)
O que nos ameaça é um grave retrocesso neoliberal
2016. Padrão moral da política e cenário econômico vão piorar com impeachment; guinada neoliberal pode condenar o Brasil a uma 'estagnação de longo prazo' (Entrevista a Ana Magalhães).
Os desafios da economia brasileira
2016. Entrevista feita no programa Ponto a Ponto, na TV Bandeirantes.
Retenção cambial alíquota zero
2016. The crisis made the exchange rate right. Now is the momement to adopt an "exchange rate retention, which neutralizes the Dutch disease, so blocking the tendency to the overvaluation of the exchange rate existing in developing countries. (Op ed: Valor)
É preciso criar metas de poupança e investimento públicos
2016. Just austerity proved not to be able to bring back private investment and growth. It is necessary to have as basic fiscal metric public savings, control current public expenditures, and increase public investment. (Op ed, Folha de S.Paulo)
A reversão da crise está à vista
2016. Podemos pensar em um novo grande ciclo de desenvolvimento? Podemos reindustrializar e crescer 3% ao ano per capita, no lugar do 1% a que estamos reduzidos desde 1990? (Article: Folha de S.Paulo)
Impeachment da Dilma nasce morto
2015. O processo de impeachment é uma ameaça para a democracia brasileira.
Reforma cambial para reindustrailizar o Brasil
2015. A taxa de câmbio apreciada no longo prazo é uma desvantagem competitiva que inviabiliza o investimento industrial. (Article: Revista Cult)
O que arrebentou a economia foi o real forte
2015. Em tempos de polarização da política e do debate econômico, o professor da Fundação Getúlio Vargas Luiz Carlos Bresser-Pereira se recusa a se enquadrar em categorias preconcebidas. (Entrevistado por Ruth Costas).
Não saia, caro Levy (Folha de S.Paulo)
2015. O restabelecimento da confiança já começa porque a sociedade está vendo o esforço que sendo feito para realizar o ajuste fiscal (article: Folha).
Reforma vai reduzir muito pouca despesa
2015. Bresser-Pereira diz que mudanças deveriam incluir enfoque em gestão por resultados. (entrevista de Alessandra Duarte, O Globo)
À altura do momento
2015. Este não é o momento para atacar o governo ou tentar desestabilizá-lo. Temos que reunir forças para enfrentar mais uma crise econômica (artigo Folha).
To be up to the moment
2015. This is not the time to attack the government or to try to destabilize it. We must join forces in order to cope with another economic crisis (Article: Folha).
Câmbio pode aliviar a crise em 2016
2015. As exportações devem tirar o País da crise aguda, mas é preciso baixar os juros logo. (Entrevista para Vinicius Neder).
Saída está no câmbio e na taxa de juros
2015. The way out of the quasi-stagnation since the Real Plan is overcome the high interest rate - overvalued currency trap. (Interview to Jornal da Paraíba)
Vícios e virtudes
2015. A summary of A Construção Política do Brazil. The three state-society cycles in the history of Brazil since Independence. The recent class coalitions or political pacts. (Article: O Estado de S.Paulo, Aliás )
Depreciação interna à vista?
2015. Além de não ter tido sucesso em fazer as empresas voltarem a investir, o governo perdeu a confiança devido à política fiscal.
Os ricos nunca gostaram e temem a democracia
2015. Long interview. Bresser-Pereira speaks about his life, ideas, and Brazil. (Long interview to Leandro Fontoura, Zero Hora)
Desvantagem competitiva tem que terminar
2015. An long-term appreciated exchange rate represents a major competitive disadvantage. (Short interview to O Estado de S.Paulo)
O estranho mas inevitável ajuste
2015. Embora poucos se deem conta disto, a economia brasileira está semiestagnada há muito tempo. (Article: Valor).
O Brasil precisa de um projeto nacional de reindustrialização
2015. Entrevista (Facto)
Além do ajuste, um acordo político
2015. Brazil needs a social class coalition which have as economic priority an exchange rate floating around the "industrial" or competitive equilibrium. This is the only way to stop deindustrialization. (Article: Folha de S.Paulo).
Economia acima de qualquer suspeita
2015. Da doença holandesa às coalizões de classe, o Brasil e o mundo sob o olhar de um dos mais importantes pensadores de nosso tempo (entrevista de Arrigo Barnabé)
Em 2018, não agora
2015. A sociedade civil precisa assumir sua responsabilidade para com a nação, aceitar a derrota nas eleições e voltar a ajudar o país a ser governado.
Ricos nutrem ódio ao PT
2015. Para Bresser-Pereira, defesa que governo faz dos pobres explica sentimento da burguesia em relação à presidente. Em novo livro, ele discute a história e o desenvolvimento do Brasil desde a independência (Entrevista de Eleonora de Lucena, para Folha).
Um país em decomposição
2015. Com a integração ao Nafta, o México tornou-se, na prática, colônia dos EUA. As elites passaram a se subordinar às elites do vizinho do norte.
Pelo fim do ódio e da intolerância
2014. Bresser-Pereira defende a tolerância cultivada pelos iluministas e tripudiada no atual cenário político brasileiro. (Entrevista a Luiza Villaméa, Brasileiros, Novembro).
Será que a questão central é a independência do BC?
2014, com Fernando Ferrari Filho. O controle e a redução da inflação passam por outros instrumentos que vão muito além da política monetária.
The grand compact of the elites (Folha, 6.10.2014)
2014. Brazil needs a national compact to release the country's economy from the trap of the elites' growth-disabling "grand compact" .
Novo desenvolvimentismo: um possível caminho para o Brasil
2014. Entrevista para GVExecutivo
O grande acordo das elites (Folha, 6.10.14)
2014. O Brasil precisa de um acordo nacional que tire a economia do país da armadilha do "grande acordo" das elites, que inviabiliza o crescimento (Article: Folha de S.Paulo).
Meu Caminho Político - uma entrevista
2014. Interview to Cynara Menezes. A summing up of my political and intellectual trajectory, a critique of the FHC and Lula administrations, and a draft of theory that I have been developing since 2001 on New Developmentalism. (Blog Socialista Morena em Carta Capital)
Era Dilma: a visão de um desenvolvimentista
2014. A presidente Dilma Rousseff achou que poderia dar continuidade ao governo Lula, mas isso era absolutamente impossível. O legado econômico era complicado diante do populismo anterior, que trouxe felicidade geral. o que é um perigo de se suceder. (Entrevista a João Villaverde)
Administração pública e gestão pública
2014. Entrevista para o Anuário de Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas.
Meu voto em Dilma (Carta Maior)
2014 - I will vote in Dilma Rousseff because she is committed to the poor. Carta Maior
A perspectiva de crise financeira
2014. Entrevista a Mario Osava para a Inter Press Service, 13 de setembro de 2014.
A crise da USP
2014. Entrevista a Thais Bilenky, da Folha de S.Paulo em 5.9.2014.
Desvantagem competitiva, câmbio (e Reforma Gerencial)
2014. Entrevista a Rafael Gordilho, diretor da União Democrática Acadêmica - U.D.A.
O barroco paulista e o mineiro
2014. Perguntas de uma estudante de jornalismo da PUC-SP, que está fazendo uma matéria sobre a exposição do Barro Paulista. Respostas de 22 de agosto de 2014.
Onde estamos e o que queremos
2014. (Revista Brasileiros).
1914 poderá se repetir? (Folha, 7.8.14)
2014. Cem anos depois do início da Primeira Guerra, o mundo alcançaria maior progresso; a guerra de 1914 provou ser um jogo de soma menor que zero (Article: Folha)
Reflexões de um reformador contemporâneo do Estado brasileiro
2014-A detailed account of my experience in initiating the 1995 Managerial Reform of the State, and a short analysis of the present stage of the reform. (Entrevista a Leonardo Queiroz Leite)
Por que o baixo crescimento nos segue desde 1990-92? (Valor, 4.7.14)
2014. Para os políticos vale a pena deixar o câmbio se apreciar porque torna os eleitores felizes e garante sua reeleição (Article: Valor)
Democracia participativa (Folha, 12.6.14)
2014. Liberais afirmam que o decreto sobre participação social implica o risco do surgimento de "um poder paralelo". Puro nonsense (article: Folha de S.Paulo).
O carro na frente dos bois
Pai da Reforma Gerencial da Administração Pública de 1995, o professor Luiz Carlos Bresser-Pereira faz uma avaliação daquela experiência e um alerta: é preciso reaproximar os empresários e a burocracia do Estado. (Entrevista de Hélio Batista Barboza)
 
 

 

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