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Nação e nacionalismo


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A teoria da dependência 30 anos depois
1998. New dependency theory is different from the theory of imperialism, as well as from the national-bourgeois interpretation. It is "new" because rich countries are not anymore against industrialization, but favor authoritarianism and income concentration (Intervention in conference).
Off the mark: the misguided policies of Washington economists
1992. When the costs involved in a given economic policy become excessive, the decision not to adopt the policy is rational rather than political. Reforms that are inefficient are irrational. (Note: Harvard International Review)
O Nacionalismo de Volta (IstoÉ Senhor, 23.01.90)
1990. After the fall of the Berlin wall, nationalism is back in the major rich countires. (Article: Istoé-Senhor).
A Hora dos Nacionalismos (Folha, 21.01.90)
1990. After the fall of the Berlin wall, nationalism is re-emerging in the rich countries. (Article: Folha de S.Paulo)
A estratégia da competitividade e do interesse nacional
1990. This paper discusses two alternatives - neo-liberal and modern progressive - and asserts that Brazil is already sufficiently mature to protect its the national interest. (Paper in the book A Crise do Estado)
Economic ideologies and the consolidation of democracy in Brazil
1989. The transition to democracy was an outcome of successful political popular-business pact, but mistaken ideoloiges originated in old nationalism and left populism, and on conservative clientelism, opportunism, social conservatism, monetarism, crude liberalism, and subordinated internationalism represent an obstacle to democratic consolidation and growth in Brazil. Portuguese version available. (Paper in book edited by Diane Ethier)
Nacionalismo e progresso (Gazeta Mercantil, 12.8.1988)
1988. The new Brazilian Constitution includes nationalist articles which will prevent Brazil of receiving necessary direct investments. Gazeta Mercantil, 12.8.1988
Empresas multinacionais e interesses de classe
1978. Multinational entreprises involve a new form of dependency, requiring carefull scrutiny. Brazil does not need so much of capital as it is said. The Brazilian bourgeoisie is associated to multinationals, but the state's technobureaucracy is not, and may be a source of national autonomy. (Paper: Encontros com a Civilização Brasileira)*
Les entreprises multinationales et le sous-développement Industrialisé
1978. Multinational enterprises contribute to economic development but are cause of income concentration.(Paper: Revue Tiers Monde)
O modelo japonês segundo Barbosa Lima Sobrinho
1975. Japan demonstrates that 'capital is made at home'; its growth was an example of nationalism and state intervention. (Survey: Revista de Administração de Empresas)
Desenvolvimento e Crise no Brasil 1930-1967 (1a. edição, 1968)
1968. Economic, social and political development between 1930 and 1960s'. New historical facts turn inviable Vargas' national-developmentalist political pact. (Book: This first edition is available in this site)
Political development, and the crisis of the populist alliance
1968. ISEB's political model based on the aliance of the national bourgeoisie with the workers and the bureaucrats was correct. Yet, historical new facts led to the collapse of the populist and national-developmentalist pact and to the political crisis of 1961-64. (Chapter 4 of Development and Crisis in Brazil).
O empresário industrial e a Revolução Brasileira
1963. Since 1930 Brazilian entrepreneurs associated themselves with workers and public bureaucrats to promote Brazilian industrialization. Yet, in the 1950s historical new facts conduced to the collapse of this developmental political pact, and the breaking up of a major political crisis. (Paper: Revista de Administração de Empresas)
 
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